Jorge Realidade
Desfrutando de um gozar em seu escrever no mundo desse menino impossível
Tornou tragédia em flora escrita para uma grandiosa valia de poemas
De uma invenção morfética não apenas trazida ou vinda ao léu
Buscando e rebuscando uma forma de acorrentar centenas
Novos poemas sempre sendo formados e até plagiados mas não por este
Acendendo a chama de um lampião em cada coração de você leitor
Para o tempo e está eternidade se faz mais que o vento do leste
Poemas negros advindos de maior concentração ou até mesmo de dor
Aconchegado por uma túnica inconsútil de pura viagem literária
Mais do que apenas XIV Alexandrinos ditados por ele de coexistir nesta falha existência
Encaixo mais do que sonetos em livros por cada linha que escrevia
Anunciando encontros e desencontros tomados por sua sapiência
Obras poéticas feitas com máximo fulgor a cada linha e estrofe criadas
Não feito apenas de submundo encrostado de dor por onde seu lápis passava
Guerrilhando em cada beco por baixo de cada submissão oculta nas descidas
Pintor não só como profissão, mais que isso era por grande aptidão quando sombreava
Anjo da noite cujo guerreiro maior se engrandecia atrás de cada folha de papel
A obscuridade da mulher também retratou quando ao longo de seu intelecto
Politico também acabara por ser mesmo sendo em sua escrita um pintor de céu
Mostrou que ao conciliar diversas profissões se tornou mais que um feto